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sexta-feira, 30 de maio de 2014

TORNADO SE TORNA INCONTROLÁVEL

















Pesquisa afirma que, graças ao aquecimento global, esses fenômenos climáticos devem se tornar mais frequentes daqui para a frente

sábado, 3 de maio de 2014

BOM DIA EM TEMPO REAL

O twitter reuniu todas as menções, em diversos idiomas, de termos como "amanhecer" e "pôr do sol" com a intenção de mostrar o quanto essas palavras estavam diretamente relacionadas com o horário real.
Em um infográfico interativo bem detalhado, as menções aos termos não destacadas em amarelo. É possível observar que o número de vezes em que as palavras são postadas tem muito a ver, de fato, com o amanhecer e pôr do sol.

É quase como se os usuários pudessem acompanhar o planeta girando simplesmente por suas timelines. Para se aventurar pela ferramenta, clique aqui.

FONTE: GALILEU

SUPER BOLHA PODE ACELERAR O AQUECIMENTO GLOBAL


Gelo da Sibéria derrete - e pode liberar uma gigantesca bolha de gás metano, que aceleraria em 35 anos as mudanças na Terra.

Sob o gelo da Sibéria, um dos lugares mais frios do mundo, existe uma enorme bolha de gás metano, com 50 bilhões de toneladas. O gás foi formado pela decomposição de material orgânico (restos de plantas e animais) e pela ação de bactérias. O problema é que, com o aquecimento global, o gelo da Sibéria está derretendo - e pode deixar o metano escapar para a atmosfera, onde ele provocaria um desastre ambiental. 

Essa é a conclusão de cientistas da Universidade do Alasca e da Universidade de Cambridge. Segundo eles, a superbolha poderá escapar entre 2015 e 2025, com consequências terríveis. Isso porque o metano retém muito calor: 23 vezes mais do que o CO2, atual vilão do aquecimento global. Se for liberado, o metano provocará uma aceleração dramática no aquecimento da Terra - que aumentará 2 graus celsius, nível considerado crítico, até 35 anos antes do previsto. Isso fará o nível do mar subir, inundando cidades e alterando várias regiões (a floresta amazônica, por exemplo, poderia se transformar numa savana). "O gelo marinho derrete tanto, e fica assim por tanto tempo a cada verão, que a plataforma siberiana fica descoberta por um tempo substancial", explica o climatologista Peter Wadhams. E aí o metano tem chance de escapar. 

O estudo tem sido contestado por outros especialistas. Eles dizem que o Ártico já sofreu um grande derretimento 125 mil anos atrás, mas não houve liberação de metano. "Espero que, em vez de descartar o risco, a resposta seja fazer pesquisas mais detalhadas", responde Wadhams.

FONTE: SUPER

terça-feira, 18 de março de 2014

CRISE NA UCRÂNIA É TESTE PARA A UNIDADE EUROPEIA

Os próximos dias colocarão à prova a determinação e a habilidade da Europa em lidar com a crise ucraniana.

sábado, 1 de fevereiro de 2014

A reciclagem de cocô pode mudar o mundo

Desenvolver modos de produção circulares, em que até nossos resíduos são reaproveitados, é a única forma de poupar o meio ambiente

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Site americano traduz o nome dos estados brasileiros


O Brasil está em alta, então nada mais natural do que o interesse de outros países em conhecer mais detalhes sobre a nossa terra. Mas será que traduzir literalmente o nome dos estados é uma boa ideia?

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Cientistas russos afirmam: Nova Era Glacial começará no ano que vem


Contrariando a teoria de aquecimento global, dois cientistas russos afirmam que a Terra se aproxima rapidamente de um novo período glacial, que começará a partir do ano que vem. Os pesquisadores Vladimir Bashkin e Rauf Galiulin, do Instituto Gazprom VNIIGAZ, acreditam que os seres humanos, na realidade, não exercem grande influência nas mudanças climáticas. Eles defendem que planeta está, na verdade, passando por diferentes ciclos de atividade solar, e a próxima fase será marcada por um decréscimo gradual da temperatura até atingir um pico glacial em 50 anos.

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

O tufão Haiyan foi fruto de mudanças climáticas?


Ainda são limitadas as evidências de associação entre aquecimento oceânico e supertempestades 

Enquanto as Filipinas avaliam a devastação provocada pelo super tufão Haiyan que, de acordo com alguns relatos matou mais de 10 mil pessoas, a especulação sobre se o desastre pode ter sido uma manifestação da mudança climática se intensifica. Na abertura da conferência climática da ONU em Varsóvia, em 11 de novembro, o chefe da delegação Filipina, Yeb Sano, anunciou que pararia de se alimentar até que os negociadores fizessem progressos “significativos”.

Mas a devastadora tempestade pode ser associada às mudanças climáticas globais? ANature investiga as evidências.

Haiyan foi a tempestade mais forte já medida?

Aparentemente, sim. Com ventos constantes de mais de 310 km/h, o Haiyan foi o mais potente ciclone tropical a atingir terra firme na história registrada. O recorde anterior era do furacão Camille, que em 1969 atingiu o estado de Mississippi com ventos de pouco mais de 300 km/h.

Essa foi a terceira vez que uma catástrofe semelhante se abateu sobre o arquipélago filipino em menos de 12 meses. Em agosto, o tufão Trami provocou inundações massivas na ilha de Luzon; e, em dezembro de 2012, o tufão Bopha matou perto de 2 mil pessoas e provocou danos de cerca de US$ 1,7 bilhão na ilha de Mindanao. Os estragos do Haiyan podem facilmente exceder esse valor: de acordo com o relatório de um analista sênior da Bloomberg Industries, citando a Kinetic Analysis Corp., o impacto econômico total do tufão Haiyan pode chegar a US$ 14 bilhões.

O número de mortos poderia ter sido muito maior se muitos filipinos não tivessem atendido aos alertas de tempestade, fugindo em tempo da área de risco.

Qual é a diferença entre um ciclone, um tufão e um furacão?

Essas tempestades estão se intensificando em um mundo em aquecimento? Basicamente, são apenas nomes diferentes para os mesmos fenômenos climáticos extremos em diferentes partes do mundo. No Atlântico e no nordeste do Pacífico, essas tempestades são chamadas “furacões”; e no Pacífico Sul e no oceano Índico “ciclones”.

Essa é a pergunta de um milhão de dólares e atualmente não há um consenso científico sobre como respondê-la.

Tempestades ganham sua energia do oceano; portanto seria lógico que elas se tornem mais fortes e talvez também mais frequentes à medida que as camadas superiores dos oceanos tropicais aquecem.

De fato, a intensidade potencial de tempestades tropicais aumenta com temperaturas superficiais marítimas mais altas. No entanto, o efeito de mares mais quentes poderia ser contrabalançado pelo aumento aparente da força do chamado cisalhamento do vento (ou ventos cruzados) — ventos que sopram em diferentes direções e intensidade variável em diversas altitudes. Esses ventos tendem a impedir a formação de tempestades, ou desfazê-las antes que possam atingir força extrema.

Em resumo: muitos pesquisadores climáticos acreditam ser plausível supor que a atividade de tempestades tropicais aumentará. Existem algumas evidências de que a intensidade das tempestades de fato já aumentou, mas isso se limita ao Atlântico Norte, onde as observações são mais abundantes. Em outros lugares, as evidências disponíveis ainda não são conclusivas.

Em seu último relatório, o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) resumiu cautelosamente o que se sabe da seguinte maneira:

“As chamadas séries temporais de índices de ciclones, como a dissipação de energia, um composto agregado da frequência, duração e intensidade de ciclones tropicais, que mede a energia eólica total em ciclones tropicais, mostram tendências ascendentes no Atlântico Norte e tendências ascendentes mais fracas na região oeste do Pacífico Norte desde o final da década de 70, mas a interpretação das tendências em longo prazo é limitada, mais uma vez, por preocupações com a qualidade de dados”.

O que dizem os modelos?

Os modelos climáticos globais são grosseiros demais para resolver perturbações atmosféricas em escala relativamente pequena, como tempestades tropicais, independente do destaque que esses fenômenos têm em mapas meteorológicos. Por essa razão, cientistas precisam inferir o efeito do aquecimento global na atividade de tempestades a partir de padrões gerais de circulação atmosférica.

O pesquisador de furacões Kerry Emanuel, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) em Cambridge, por exemplo, empregou uma nova técnica para simular um grande número de ciclones tropicais em modelos climáticos. Quando aplicada a cenários climáticos históricos e futuros, descritos por seis modelos climáticos de última geração, seu método prevê que tanto a frequência como a intensidade de ciclones tropicais aumentará durante o século 21 em todas as regiões oceânicas tropicais, exceto no sul-sudoeste do Pacífico. O estudo de Emanuel foi publicado tarde demais para ser incluído no último relatório do IPCC.

Este artigo foi reproduzido com permissão da revista Nature. O artigo foi publicado originalmente em 11 de novembro de 2013.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

10 PAÍSES ONDE A LIBERDADE DE IMPRENSA É AMEAÇADA


Confira abaixo a lista com os 10 países onde a liberdade de imprensa é mais ameaçada, segundo o ranking do Repórteres Sem Fronteiras:

10. Sudão

Posição no ranking mundial: 170º

O fechamento de jornais e recolhimento de edições por forças militares foram recorrentes no país governado por Omar al-Bashir em 2012, e novas ocorrências seguem sendo reportadas em 2013. Além disso, durante o período, autoridades baniram e prenderam jornalistas no exercício da profissão.

9. Cuba

Posição no ranking mundial: 171º

O limitado número de veículos independentes e a prisão de jornalistas em Cuba fez com que a ilha recebesse a pior nota da região.

8. Vietnã

Posição no ranking mundial: 172º

No Vietnã e China, os envolvidos na produção de notícias online e veiculação de informações lidam com crescente e severa repressão. Segundo o relatório da organização, em menos de um ano, os tribunais vietnamitas condenaram doze blogueiros a penas de prisão de até 13 anos, tornando o país a segunda maior prisão do mundo para produtores de notícias online, depois da China.

7. China

Posição no ranking mundial: 173º

Para o Repórteres Sem Fronteiras, a China não mostra sinais de melhoria. Suas prisões ainda têm muitos jornalistas e blogueiros, enquanto a censura na internet continua a ser um grande obstáculo para o acesso à informação.

6. Irã

Posição no ranking mundial: 174º

A repressão e censura já ultrapassam as fronteiras do Irã: segundo o relatório, parentes de jornalistas iranianos que trabalham no exterior ou que são correspondentes estrangeiros no Irã também passaram a ser alvos de perseguição. A República Islâmica é uma das cinco maiores prisões do mundo para jornalistas e provedores de informação.

5. Somália

Posição no ranking mundial: 175º

Em 2012, 18 jornalistas foram mortos na Somália, vítimas de ataques a bomba ou alvos diretos de assassinato, tornando este o pior ano da história para a mídia do país. A Somália é considerada a segunda nação mais perigosa para o exercício do jornalismo, atrás apenas da Síria.

4. Síria

Posição no ranking mundial: 176º

Mais de 30 jornalistas foram mortos na Síria em 2012, vítimas da guerra de informação travada tanto pelo regime de Assad, que tenta impor um apagão de notícias, quanto por facções de oposição, cada vez mais intolerantes.

3. Turcomenistão

Posição no ranking mundial: 177º

Na avaliação da organização não-governamental, o discurso reformista assumido pelo regime turcomano (que anunciou a adoção de um sistema multi-partidário) não reduziu o controle totalitário da mídia no país.

2. Coreia do Norte

Posição no ranking mundial: 178º

Na Coreia do Norte, a chegada de Kim Jong-un ao topo do Reino Eremita não alterou o controle absoluto do regime sobre a divulgação de notícias e informações. O jovem líder, que sucedeu seu pai Kim Jong-il em 30 de dezembro de 2011, parece governar em conjunto com a junta militar.

1. Eritreia

Posição no ranking mundial: 179º

Eritreia, país do Chifre da África que ocupa o último lugar do índice por seis anos consecutivos, aboliu a mídia independente 10 anos atrás. Em 2012, jornalistas não foram mortos no país, mas foram abandonados à morte: são pelo menos trinta profissionais atrás das grades, o que torna a Eritreia a maior prisão da África para os jornalistas. Dos 11 presos desde 2001, sete morreram como resultado de condições precárias dentro dos presídios ou tiraram a própria vida.


Imagem: Repórteres Sem Fronteiras

sábado, 10 de agosto de 2013

O batimento cardíaco da Terra

John Nelson é conhecido por construir visualizações extremamente complexas de padrões meteorológicos, como fez com tornados aqui e aqui. Agora, Nelson criou um simples GIF que captura o ciclo sazonal da neve, da grama, da morte e renascimento do planeta que chamamos de casa.

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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Apesar de avanço, Brasil continua entre os 12 países mais desiguais, segundo Ipea


O Brasil atingiu em 2011 o menor nível de desigualdade social já verificado desde o início das séries históricas, em 1960. Mesmo assim, a desigualdade brasileira está entre as 12 mais altas do mundo. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (25) pelo Instituto de Política Econômica Aplicada (Ipea).

segunda-feira, 24 de junho de 2013

13 números chocantes do desperdício de comida no mundo

Um novo estudo da Onu alerta para o desafio de reduzir o desperdício e a fome mundial, além de satisfazer as necessidades de uma população em rápida expansão. Todos os anos, um terço de toda a comida produzida pelo sistema agrícola global está sendo perdida, indica a pesquisa realizada pelo World Resources Institute (WRI) em parceria com o Programa Ambiental das Nações Unidas (Pnuma).

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Sem Chávez, como ficam os negócios bilionários do Brasil na Venezuela?

Envolto em atritos com a Colômbia e disposto a reduzir a dependência dos Estados Unidos, Hugo Chávez provocou uma revolução nos negócios internacionais da Venezuela em seus 13 anos de governo - e alguns empresários brasileiros estão entre os que mais se beneficiaram desse processo.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Países que recebem petróleo barato temem ficar órfãos de Chávez


Enquanto as vigílias pela recuperação do presidente venezuelano, Hugo Chávez, se multiplicam em Caracas e no resto da Venezuela, olhares mais discretos vindos de outras partes do continente acompanham de perto o desenrolar da saúde do líder bolivariano.

Da Nicarágua à República Dominicana, da Bolívia ao Uruguai – e mais evidentemente, de Cuba –, dezenas de governos que se beneficiam de petróleo venezuelano comprado em condições especiais temem um eventual futuro sem o arquiteto e impulsionador das iniciativas de "economia solidária", como a Petrocaribe, a Aliança Bolivariana para as Américas (Alba) e acordos bilaterais de energia e cooperação.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Edifícios do futuro poderão ter hortas na fachada


Edifício verde. Getty

Diferente do que se pensa, a arquitetura do futuro não será feita apenas de sensores e dispositivos ultrainteligentes. Ter uma horta cobrindo a fachada e comer no almoço a produção que cresce nas paredes poderá ser parte do cotidiano de muitos prédios de escritórios.
As "plantações verticais" foram uma das ideias discutidas em uma recente conferência do British Council for Offices (Conselho Britânico para Escritórios), em Londres.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Imprensa chinesa faz duras críticas à poluição excessiva

Em um país onde críticas às autoridades são raras, a imprensa chinesa tem reagido duramente à poluição excessiva em cidades do norte do país.
Na capital, Pequim, a poluição ultrapassou níveis considerados perigosos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

LIVRO - GEOGRAFIA DE SALVADOR

Olá pessoal,

O ano mal começou e ele já está sendo especial para mim. É que acabo de fazer a publicação do meu primeiro livro - GEOGRAFIA DE SALVADOR: A NATUREZA E O MEIO AMBIENTE. O livro é o primeiro de dois volumes e foca nos conhecimentos sobre a geografia física da capital baiana.


Quem quiser adquirir o livro, basta acessar a página Clube de Autores e efetuar a compra:

sábado, 19 de maio de 2012

Alimentada pela escassez, "indústria da seca" fatura com a estiagem no Nordeste



A seca no Nordeste é sempre sinal de sofrimento para o sertanejo. Mas a falta de chuva também movimenta o meio político e o comércio das cidades atingidas pela estiagem. A chamada “indústria da seca” fatura alto com a falta de alimentos para os animais e de água para os moradores.